osteoporose

A relação entre a falta de exercício Físico e a Osteoporose

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A organização Mundial de Saúde (OMS) define osteoporose como uma “doença esquelética ” caracterizada por diminuição óssea e deterioração do tecido ósseo, é uma doença que enfraquece os ossos, sendo assim é osteometabolica que atinge especialmente as mulheres após a menopausa com a diminuição do estrogênio (hormônio feminino).

O osso é composto por células e material intercelular calcificado. As células têm diferentes origens e estão sujeitas a diferentes mecanismos de controle, o esqueleto é continuamente destruído e reconstituído.

A osteoporose, com relação às suas causas, pode ser classificada em primária e secundaria. O tipo I ocorre pôs menopausa. O tipo II período senil e pode ocorrer em homens e mulheres. No tipo I ocorre fratura de colo femoral. Para diagnosticar é preciso um exame físico completo.É preciso levar em consideração o histórico do paciente, onde ele mora, cronologia da dor, idade, início da dor e por último histórico familiar. A medida da densidade mineral óssea (DMO) é o método mais preciso para identificar a osteoporose, este método é capaz de medir a quantidade de osso. Os tratamentos são: exercícios físicos; medicamentos da reabsorção óssea; estimuladores da formação óssea e substâncias adjacentes (cálcio e diuréticos).

O exercício físico reduz a perda óssea e o aumento a massa óssea. Independente do sexo, idade, ou nível de densidade óssea inicial, um dos efeitos sobre o tecido ósseo é a hipertrofia, há uma resposta local a carga mecânica a que o osso é submetido. O programa de treinamento deve se ter corridas/saltos, levantamentos de pesos, força e atividades de endurance, a intensidades e duração devem ser monitorados de 3-5 semana de TF (treinamento de força).

 

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Super texto da Coluna em Movimento de Marina Gomide.
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